A resistência à insulina, um dos componentes da disglicemia, sempre foi um alvo a ser alcançado na prevenção e tratamento da doença de Alzheimer. Assim, o uso de flavonoides, cromo, zinco entre outros a fim de sensibilizar o receptor de insulina, sempre são utilizados, além do combate ao processo inflamatório crônico.
Obviamente os agonistas do GLP-1 tornaram-se uma esperança contra o Alzheimer. Infelizmente o uso da semaglutida nos estudos EVOKE e EVOKE+ foi negativo conforme declaração de Paresh Malhota da Divisão de Neurologia do Imperial College London. Aguardemos o resultado com o agonista dual
tirzepatida.
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