A acroleína é um aldeído tóxico gerado a partir do glicerol oriundo da quebra dos triglicerídeos constituinte dos óleos vegetais. Estes óleos quando aquecidos, além de seu ponto de fumaça, tem sua forma de triglicerídeos rompida gerando o ácido graxo livre e o glicerol que posteriormente se transforma em acroleína, capaz de reagir com proteínas,
O câncer e os tratamentos contra o câncer aceleram o processo de envelhecimento em sobreviventes de câncer, manifestando-se como início mais precoce e maior incidência de doenças relacionadas ao envelhecimento, incluindo doença cardiovascular (DCV), em comparação com a população em geral. Complicações cardiovasculares tardias, como infarto do miocárdio e defeitos cardíacos estruturais, foram observadas em
O tratamento da doença de Alzheimer deve incluir a modulação de diversos complexos proteicos/enzimáticos envolvidos em sua patogênese caso da AMPK, sirtuínas, GSK3beta, mTOR entre outras. Somente uma abordagem multifuncional simultânea tem trazido evidentes benefícios para reduzir a progressão da doença.
A hipótese metabólica, a mais recente para explicar a doença de Alzheimer, foi testada com semaglutida, um agonista do receptor GLP-1. A empresa produtora emitiu a nota: “Estes dois ensaios clínicos interligados mostram que, infelizmente, a semaglutida parece não ter efeito na progressão da doença de Alzheimer em pessoas com Alzheimer já estabelecido, incluindo aquelas
O comprometimento cognitivo relacionado à menopausa (MeRCI) é uma entidade clínica distinta atualmente reconhecida. Apresenta déficits cognitivos que surgem durante a perimenopausa e o início da transição pós-menopáusica, frequentemente em mulheres saudáveis, podendo afetar a memória e a fluência verbal em mais de 34% deste grupo feminino. Um fato que deve ser levado em consideração
O tratamento da doença de Alzheimer (DA) e do câncer são provavelmente os maiores desafios médicos da atualidade, embora a terapia anticâncer tenha alcançado expressivo avanço. Existem pelo menos nove hipóteses que devem ser abordadas na terapêutica da DA, desta forma somente uma visão integrativa baseada em princípios funcionais tem uma perspectiva melhor para a
A doença de Parkinson tem sido epidemiologicamente ligada a vários distúrbios autoimunes específicos de órgãos e de múltiplos órgãos. Pacientes com esclerose múltipla, doença de Graves (hipertireoidismo), doença de Hashimoto (hipotireoidismo), anemia perniciosa ou polimialgia reumática têm um risco 33% maior de desenvolver DP. Já foi demonstrado que 17 loci são compartilhados entre a DP e 7 doenças autoimunes,
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