A hipótese metabólica, a mais recente para explicar a doença de Alzheimer, foi testada com semaglutida, um agonista do receptor GLP-1. A empresa produtora emitiu a nota: “Estes dois ensaios clínicos interligados mostram que, infelizmente, a semaglutida parece não ter efeito na progressão da doença de Alzheimer em pessoas com Alzheimer já estabelecido, incluindo aquelas que apresentam evidências de algum dano aos vasos sanguíneos cerebrais”.
Apesar disto, a resistência à insulina deve ser avaliada tanto no tratamento quanto na prevenção, mas não de forma isolada como a que ocorre nos trabalhos que testam os fármacos.

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