Os regimes de jejum e realimentação, como parte de um programa dietético e/ou hábito alimentar, são promotores poderosos dos mecanismos de autorrenovação de células-tronco e ativadores da regeneração de tecidos, em parte por meio da inibição e reativação das vias do IGF-1, PKA e mTOR, podendo então exercer efeitos epigenéticos.
Desta forma, os vários tipos de “jejuns” são eficazes tanto para controle de inúmeras doenças e redução da velocidade do envelhecimento quanto para combater a fragilidade dos idosos.
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