Lítio e saúde cognitiva no envelhecimento

O lítio tem papel comprovado sobre agentes que podem se relacionar com a doença de Alzheimer, como a enzima GSK3beta. Na presença do déficit cognitivo leve do idoso deve-se dosar o lítio, cuja reposição pode ser interessante em doses subterapêuticas em relação a dose comumente usada no transtorno bipolar. Deve-se também levar em consideração que idosos em geral não suportam doses maiores que 300 mg dia. Os pacientes que provavelmente mais se beneficiarão com baixas doses de lítio são aqueles que apresentam níveis indetectáveis ​​em uma análise mineral capilar.

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